Mostrando postagens com marcador Castle. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Castle. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Castle Fanfic - Amigo Secreto Revelação

Este é o primeiro amigo secreto do grupo "Castle Fanfic" que eu participo! Chegou a minha hora de relevar quem eu tirei e os presentinhos preparados para ela!

Como boa admiradora de um 'nerd bundudo' por aí, nada mais justo que o Mr. Fillion venha com todo seu charme anunciar!

Com a palavra e plaquianha, senhoras e senhores... Nathan, quem foi que eu tirei?



Isso mesmo! Eu tirei a Miky das Arts talentosas! Aquela que sempre traz cores e traços novos para inspirar uma galerinha. E sempre está disposta a trazer um conhecimento novo e ajudar a melhorar o mundo das fanfics! 

Senti uma responsabilidade beeeeem grande em ter que preparar o presente para ela e ficar atenta nos detalhes e numa boa produção. HAHA Não sei se fui bem sucedida, maaaas tudo foi preparado com carinho! Espero ter contribuído para o fnadom e agradado!
 
Então... 





1) Fanfic

 Este presente estava no topo da listinha da Miky! Pensei e pensei em plots dramáticos ou arriscar umas cenas calorosas, mas eu não sei escrever isso. :(

Então me veio uma ideia louca na cabeça e tentei passar para o papel/word. Faz muito, muito tempo que eu não arrisco escrever uma fic e história. Então, eu tava super sem prática. Já quero pedir desculpa por qualquer incoerência ou errinhos na fic.

Mas, aí está:


Sinopse: Tic-Tac! A teoria do confronto diz que se você tiver a oportunidade de encarar o antes e o depois de suas escolhas, você deve fazê-lo com a maior das curiosidades. E com a reflexão sobre suas intensidades. Kate Beckett não estava vivendo um bom momento com seu escritor de mistérios. Encontros, entretanto, podem fazer a detetive questionar suas convicções, sanidades e decisões. 



2) Trilha Sonora Castle  (Season 1-6)

Tava na listinha também a trilha sonora de Castle! Como eu não sabia como achá-la para baixar, criei uma setlist no Spotify com as músicas que lá tinham. O Spotify é um prgrama gráticas e fácil de usar. É online, mas toca as músicas de forma prática.

Tem música da 1ª a 6ª temporada da série, algumas beeeem desconhecível que tocou na abertura de um episódio antigo, ou era toque do celular do Castle. Mas tem aquelas clássicas também. Me bateu uma nostalgia louca ouvindo algumas. hihi





3) Surpresa a caminho


E para fechar meus presentinho, fica aqui um spoiler, prévia ou qualquer coisa do tpo da foto que tirei dele. Já enviei para a Miky! Assim que chegar, focalizo a foto. HAHA Adoro surpresas.

Foi algo simples, feito por mim e mais simbólico do que bem feito. Mas espero que pelo menos agrade a ideia.





É isso! Desculpe qualquer coisinha mal feita ou que não tenha agradado. Mas foi feita com carinho! UHUL~

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Retrospectiva 2014: É canon, sim!


















A segunda parte da minha retrospectiva 2014 perpassa para um fator mais histérico: ships! Aqueles casais fictícios - ou não - e cheios de magias que em suas trajetórias passam por momentos sofridos, felizes, apaixonantes e principalmente surtáveis. O que seria ápice dos nossos ships sem nossos surtos? Se envolver nessa empreitada é algo meio único. Só quem gosta, entende as emoções de ser shipper. Então, para marcar minha história com meu primeiro ship, SasuSaku, e que é finalmente CANON, vai aí um vídeo que contém todas as reações e felicidade em ver meus casais canonizados!

E não foi apenas SasuSaku que assinaram a sentença de happy end este ano. Caskett e casórios entram nas memórias também.

Avisos: Muitos surtos nada normais. Enjoam da minha voz chata. Das minhas caras cômicas. E do cabelo desarrumado. Alguém surta igual?





Conceitos:
Ship: Termo baseado na palavra 'relationship'. Designa um determinado casal.
Ship war: Guerras entre os fãs de casal. Geralmente quando há mais de uma possibilidade de final para uma história, os shippers brigam até o fim na esperança de canon.
Canon: Um casal que de alguma forma foi pré-estabelecido na história original. Se o autor deixou claro que esses dois personagens estão, irão ou poderão ficar juntos, eles são Canon.
- 
Muitos outros ships canon para 2015! Quais são os desejos?

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Review: Castle 6x17 - In the Belly of the Beast.














Olá! Já é clichê eu começar as postagens com um "quanto tempo". Considerando que dessa vez foi um graaaaande tempo mesmo. Mas lá vou eu novamente na tentativa de trazer algumas postagens para o blog e quem sabe outros projetos. 

Dessa vez vou voltar com uma review sobre uma das minhas séries favoritas, Castle. De um episódio muito bom da sexta temporada e que serviu como um texto teste para eu assumir as reviews dela no site Temporada Em Série. Quem quiser ver as outras podem encontrá-las aqui. Deixo essa sessão aberta para caso qualquer série/filme aleatoriamente mereça uma review e venha uma inspiração, posso vir postar aqui. 



Castle 6x17:  In the Belly of the Beast.



“Mas é da Beckett que estamos falando. É sua noiva, mas também é uma policial muito boa, não a subestime.”


Mosaico de emoções. Se há um personagem em Castle que desde a 1ª temporada conquistou seus expectadores e o protagonista masculino pela sua intensidade, foi Katherine Beckett. Em seis temporadas, a evolução de sua força, a variância de suas emoções e principalmente seu desabrochar firmou um personagem com dégradés intensos e admiráveis de acompanhar. Em In the Belly of the Beast, meu prazer maior de assistir esse incrível episódio, foi mais uma vez sentir um personagem tão bem explorado e aprender cada vez mais um novo lado de seus infinitos particulares. 

Sim, é de Beckett que estamos falando. Aceitando uma missão em um dia prazeroso de
folga, a detetive não só foi direcionada ao perigo, como também assumiu a condução de 40 e poucos minutos com um gostinho intenso em Castle que poucas vezes tive a oportunidade de sentir. Já vi Beckett em inúmeras situações de quase morte, enfrentando medos e traumas, quebrando muros de sentimentos, e reconstruindo uma personagem de um perfil totalmente diferente do que um dia fora. É intrigante observar e ainda pensar como uma Beckett de tempos atrás reagiria nesse episódio. E mais belo ainda é ver como dentro de um personagem, há uma explosão de sentimentos revigorantes. A Beckett de hoje ama e necessita verbalizar seus novos alentos. E isso não revela sua fraqueza. Muito pelo contrário, transborda razões pelo qual viver. Beckett se agarra em sua missão, faz dela o ponto máximo de um medo, e o máximo de sua coragem. Enquanto ela jogava água em sua face encarando um espelho, tentava manter seu foco e poderia ter desmoronado, mas afirmou sem dúvidas: tinha que viver.

E 47 mil palmas para Stana Katic que viveu a verdade de cada cena de sua personagem. Um último suspirar imerso em água, uma tortura firme e agonia presente, foram o pico. Mas minha ressalva e contemplação maior foi o modo como ela absorveu e passou cada mínima mudança de comportamento da Beckett no seu maior destaque nesse episódio: Para cada tela suja e terreno desconhecido, uma tinta humana e adaptativa. É aqui que firmamos e valorizamos Katherine. Não importa onde, em DC, no loft, num quadro brando simples de assassinato... É aquela que honra o que lhe é designado não importa quanto desconhecido pareça.


“ - Você o deixa no porão?
- Ele gosta de lá. Ele acha que combina com ele.”


Aquietando essa necessidade que tive de iniciar falando da melhor parte humana retratada nessa produção, retomo ambientando e sou jogada literalmente num cenário sufocante diferente de tudo que Castle já buscou. Não era só o Ryan trazendo uma informação dos narcóticos que ajudaria na investigação. Exploraram as cenas, personificaram as inferências de crimes de becos e pessoas sujeitas a trabalharem ilegalmente. Acostumada a crimes de pessoas solitárias atrás de atenção, ser jogada para o porão, ralos de sangue, paredes sujas e ar clandestinas, provocou um impacto diferente. O contato era próximo, a espiada pela janela à van cheia de mulheres era sombria.




E como bom convite para o episódio não temos uma vítima estirada ao chão pelo qual explorar. Toda a trama é direcionada por uma operação ativa de outro departamento. O chamariz para nos prender era mistério de quem realmente era Elena Markov e o quanto Beckett estaria encrencada, até o Lazarus e o sentimento de que este poderia revelar decisivos destinos. Os ângulos são diferentes e gostei bastante dos recursos que reforçaram essa percepção. A utilização de uma voz narrativa tanto para orientar Beckett via escuta até o hotel, como também usada por ela na van deram a ideia de um 3ª plano em ação, sem precisar de um diálogo ou conversa jogadas de uma só vez para expor a trama ou explicar o que estava acontecendo. 

E já que citei vozes ativas, também queria destacar a presença da Gates no episódio. Achei a condução que a capitão deu a investigação racional, mas com uma imposição marcante e zelosa pela sua subordinada. Assim como Castle. Eu preciso expor que amei ver a preocupação do personagem e ainda ressaltar o quão ele também tem suas variâncias. Eu não esperava ver e nem queria a mesma aflição e desestabilidade que mostrou em Target com sua filha Alexis. São relações diferentes, convivências e histórias diferentes. Com a própria Beckett ele já viveu inúmeras situações de risco. E é ai que está a magoa maior. Sua impotência. Não poder estar junto para dividir com sua parceira a dor do momento. É uma preocupação calada, sufocante. E achei tão bem colocada que me lembrou muito o episódio Rise, quando Beckett estava no hospital.  Ele se reclui em seus complexos, pela falta de quem melhor consegue trazer todo um mundo guardado nele à tona. 

Quando chegamos ao clímax e disfarces de Elena com identidade de Lazarus se interceptaram na mesma ânsia de “é agora que tudo se revela”,eu simplesmente fiquei estática pela voz do grande chefe. Agradeço tanto a falta de spoiler, porque realmente achava que se não era tal vilão, seria outro, foi surpreendente. Um inimigo do passado, e parecia tão culpado na 3ª temporada, desdenhoso com Johanna Beckett e sua filha, se revela realmente tão sujo e inevitavelmente ligado a trama mais trabalhada da série. 
Dando um “google” rápido no significado de Lazarus, encontro  aquele que Deus traz a vida. Acho que todos tinham uma pulga atrás da orelha de como trariam Bracken de volta a cena. E mesmo não sendo ele o antagonista principal e esperado do episódio, no final, quando Lazaus se mostrou ainda maior do que seria, fui pega pelo gostinho de perceber a irônica repetição.

“Quem me conhece sabe que cheguei aqui hoje fazendo de tudo para completar o trabalho. E é esse tipo de liderança que o pais precisa.”

Cada peão e camuflagem usada 19 anos atrás (somado aos anos que já passou desde a 3ª temporada haha), vão se repetir para uma causa realmente maior. E depois de todas as conseqüências de um abuso de poder que Beckett presenciou, com certeza deixar a ideia de seu maior inimigo liderar o país pela qual ela vive para proteger, não passará sem incômodos por sua mente. No final, um ar longe, mente inquieta mirando a face de uma ameaça; a expressão perfeita para um plot que vai render outros muito bons episódios. Mas no futuro! Porque ao estender a mão para Castle que tentava tirá-la de seu desconforto, Katherine Beckett confirmava ser mais do que já foi. E um gesto pequeno para encerrar o episódio, se tornou tão significado: ela escolhia a calmaria que Castle lhe proporcionava em frente qualquer ódio impensado.

“ A única coisa que me deu forças foi pensar em você. Você estava comigo o tempo todo.”


Para fechar, a maior reiteração de uma forte personagem ante um sombrio se encontra no momento de sua maior fraqueza. A carta. Quando a sombra da morte realmente caiu sobre os ombros de Kate, ela reavaliou o melhor de sua vida, sentiu o chacoalhar de seus sentimentos. Eram emoções intensas que precisavam ser posto para fora e retratar o lado humano da Beckett que por muito tempo foi escondido, mas para a personagem foi, sobretudo a aceitação de sua força. Uma parceria que lhe daria o melhor dos motivos para continuar: um futuro. E então com todo o sentimento e entonação de dilacerar corações que Stana conseguiu dar (não pronunciem "relationship" na minha frente que caiu chorando), e para ninguém nunca duvidar, a presença de Castle em Beckett, Beckett em Castle será revigorante, sempre.






-

PS: Eu terminei de escrever algo com sentido? Porque desde que vi esse episódio, mil e um sentimentos diferentes se chocam. Estava tão tensa e desorientada pela junção de todos os fragmentos dele que simplesmente não conseguia organizar nada. HAHA

PS2: Depois de querer me agarrar com a tela, vendo a carta, criei variadas possibilidades de num futuro esse pequeno papel ter um papel importante para levá-los a alguma pista, ou salvar um dos pombinhos. Não sei. Apenas sei que fantasiei Beckett sumindo de novo, Castle procurando e achando a carta... Mas era só os feelings gritando.

PS final: Stanaaaaaaa, fale russo no meu ouvido.