Em uma verdadeira misturas de opiniões elaboradas, de drinks de ideias bobas e ao som de novidades dançantes, sejam bem-vindos a minha festa de pensamentos. Minhas súbitas ideias malucas pretendem ser seus melhores anfitriões! ...Ou não.
A segunda parte da minha retrospectiva 2014 perpassa para um fator mais histérico: ships! Aqueles casais fictícios - ou não - e cheios de magias que em suas trajetórias passam por momentos sofridos, felizes, apaixonantes e principalmente surtáveis. O que seria ápice dos nossos ships sem nossos surtos? Se envolver nessa empreitada é algo meio único. Só quem gosta, entende as emoções de ser shipper. Então, para marcar minha história com meu primeiro ship, SasuSaku, e que é finalmente CANON, vai aí um vídeo que contém todas as reações e felicidade em ver meus casais canonizados!
E não foi apenas SasuSaku que assinaram a sentença de happy end este ano. Caskett e casórios entram nas memórias também.
Avisos: Muitos surtos nada normais. Enjoam da minha voz chata. Das minhas caras cômicas. E do cabelo desarrumado. Alguém surta igual?
Conceitos: Ship: Termo baseado na palavra 'relationship'. Designa um determinado casal.
Ship war:
Guerras entre os fãs de casal. Geralmente quando há mais de uma
possibilidade de final para uma história, os shippers brigam até o fim
na esperança de canon.
Canon:Um
casal que de alguma forma foi pré-estabelecido na história original. Se
o autor deixou claro que esses dois personagens estão, irão ou poderão
ficar juntos, eles são Canon.
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Muitos outros ships canon para 2015! Quais são os desejos?
Época de vestibular, pressões com
aquelas provinhas chatas de marcar. Uma lista com seu
nome de aprovado teoricamente
trará seu futuro, sua próxima caminha para o ofício. E talvez o clímax de toda
a ansiedade nesse mundo “quase acadêmico”, é justamente confirmação – ou não –
de nosso singelo nome naquela listinha temida. E não adiantou muito fugir,
desligar o wi-fi e 3G esse ano, porque a UESB adiantou logo e me aprovou. E depois
SISU. Não esperava, mais que bom que foi tudo positivo.
Comunicação era a escolha. Por
quê? Ao homem é impossível não se comunicar.
Entre outras habilidades, vamos privilegiar a de contar histórias reais. Então, depois de um cybertrote do terror, outros trotes bem mais sujinhos (sinto o
cheiro de perfume barato até hoje no meu cabelo), vamos de:Jornalismo UESB 2014.1!
Fotos: Paula Joane Kelvin Yule
E se é para começar uma nova
etapa, nada como intensificar as novidades mudando também em novos âmbitos e
terrenos. Nesse percurso longe 153 km de Jequié city e de tudo que eu
conhecia até hoje por ser ‘minha cidade’, comecei a desbravar e me acostumar
com novas rotinas, percursos, clima, frios... tudo. Lidar com a saudade, sim.
Mas, talvez tenha sido um dos passos mais inusitados, diferentes e que bagunçaria
toda uma comodidade, por vezes entediante e acrescentaria muitas novas
maturidades.
Academicamente falando, achei variadas
afinidades, aptidões e conteúdo que eu poderia gritar “vou dominar o mundo
usando isso”. Encorajando as partes mais gostosas da área de humanas que tenho
dentro de mim. Impulsionando uma melhorar escritas, posturas, retóricas. Já
outras teorias não foram recebidas com tanta adesão ou divertimento. Mas, faz
parte a existências de campos variados e pessoas que sempre se direcionará para
um diferente.
Fotos: Paula Joane
Sobre o ofício, tratamos logos de
desmentir e descontruir alguns conceitos. Falar que imparcialidade não existe,
mas que ser parcial está longe de ser tendencioso. Falamos de concretos pensados, cybercultura e
imediatismo e homens cordiais. Quebramos espelhos, falamos de identidades. Sermos mais críticos, um pouco confusentos, mas sempre problematizar e
aprender.
Cansamos também de fazer artigos
que tiram o sono, de aprender lógicas e coisas chatas da ABNT. Suamos com
seminários que me fizeram dançar a sala toda enquanto falava. Mas também
arriscamos nos primeiros passos de ganhar o Grammy e o Pulitzer!
E fomos ativas percorrendo os solos infinitos da universidade atrás das
primeiras fontes... que acabaram em macarrão Ravióli. Nada como também ter feito
cobertura completa dos gritos de gol da Copa e nas redes sociais. E eleições. E
mais uma vez redes sociais. E haja olho; “mal consigo acompanhar os movimentos”
dos tweets e dos televisivos. Roubei
os postes e luzes da faculdade (aqui). E atravessamos na força e na fé o deserto da
Olívia Flores naquelas mil e umas greves de ônibus.
E falo em 1ª pessoa do plural
muitas vezes aqui, porque segundo Stuart Hall (2002) as identidades estão em
descontinuidade e é muito gratificante quando pessoas encontram espelhos para
se identificarem; aderirem. Nos estudos da recepção, que bom que encontrei nos
conteúdos uma adesão para meus gostos. E principalmente pessoas, Novinhas, para aderir audiência,
público, construção juntas.
Foto: Reprodução
Começar um curso é sempre um
desafio interessante. Parece decisivo para um futuro. E quando se fala de
carreira é quase consequentemente um passo sempre questionado. Mercado, concorrências,
realização pessoal. Como todo ramo existirá seguimentos que botarão em cheque
alguns retornos. Talvez eu seja pobre no Jornalismo. Mas, posso ser a profissional
que trilhe uma boa formação. Nada nunca será como idealizado, porém pode-se extrai um novo olhar e diferentes alternativas. E talvez ali eu tenha achado minha afinidade.
Terminarei a trajetória que até agora consta como uma aventura. Se não for nada
disso, outros caminhos se poderão ser seguidos mais tarde, por que não?!
Então, como maior e mais nova
experiência vivida, essa iniciação na graduação tinha que ser digna de
retrospectiva.
Nada de classificar esse texto em
algum gênero jornalístico sério. São Quase-Memórias-Minhas!
9,5 para esse fator do
ano! Afinal, não posso perder a característica de Ovelhinha Negra de sempre.
Para quem realmente viveu a ansiedade, correria e magia do
dia 12-11-2012, mal pode acreditar que já fazem 3 meses que a autora Paula
Pimenta veio à terras jequieense. E como
na época a minha própria correria não me deixou relatar aqui esse notável momento,
nada mais justo e imprescindível que ele faça parte da sessão retrospectiva,
encerrando os melhores momentos de 2012.
Imagine então,
um anseio nosso sair das fofas páginas de seus livros escritos e achar-se tão
perto de nós, distribuindo sorrisos e afirmando a cada sentença que uma luta
valeu a pena?
Foi exatamente
assim a presença da autora mineira Paula Pimenta. Materializada de um mundo
inicialmente improvável, mas a cada dia alimentado por suas obras, sonhado pela
sua importância.
A ideia
inicial foi lançada pela professora de língua portuguesa, Lissandra Dias, que
desde que optou por seguir a carreira em letras, intencionava trabalhar com
formação de leitores. Quando conheceu o trabalho da Paula Pimenta, ela viu
naquela sintonia como conquistar seus alunos para o gosto da leitura e então
começou a trabalhar “ Fazendo Meu Filme ” na sétima série. A medida que os
trabalhos eram realizados, o desejo por concretizar todos os aprendizados,
sonhos e fantasias aprendidas naquela leitura, tornaram-se cada vez maior. E
por que não culminar a relação com a grande construtora das páginas lidas? Não
foi fácil. Houve momentos em que se pensou em desistir, mas batalhando a cada
oportunidade e com a parceria da rede Pitágoras, chegou-se a realização não só
de uma mentora que acreditou em seus sonhos, como também de jovens leitores que
começaram a descobrir o encanto das palavras.
Os
preparativos para a visita da escritora mineira avançaram a todo vapor. A
organizadora impulsionou e os fãs do colégio se mobilizaram. Cartazes, vídeos e
apresentações foram preparados.
E a grande
realização do dia 12 não ficou restrita apenas aos portões do Colégio Social de
Jequié. Com uma divulgação direcionada aos verdadeiros fãs da Paula, o dia
ganhou visitas de fãs da região.
Programado
para começar às 10 horas da manhã, a Paula chegou momentos antes para iniciar
uma gostosa sessão de autógrafos e fotos. Alunos da 5ª série ao 3ª ano
levaram seus volumes de Fazendo Meu Filme 1, 2, 3 e 4, também Minha Vida Fora
de Série e tiveram a marca Pimentinha em suas páginas. A Paula é tão meiga que
para cada livro tinha suas próprias canetas coloridas para assiná-los: Rosa
para A Estreia da Fani, Vermelho para Fani na Terra da Rainha, Azul para Fani e
o roteiro inesperado, Roxo para Fani e o final feliz. Verde contempla Minha
Vida Fora de Série, primeira temporada e uma caneta brilhante marca Apaixonada
por Palavras. Até os livros da biblioteca do colégio ganharam a marca da
passagem da escritora! Bottons fofos de FMF e da Paula também foram distribuídos
para a alegria da galerinha.
Momentos antes
de falar com os ansiosos adolescentes, os alunos do Social Júnior – alunos do
infantil e fundamental I – receberam a presença da ilustre escritora. A
galerinha mirim também perguntou e contemplou a ocasião.
E então,
finalmente a criadora de Fani envolta por centenas de gritos de animação subiu
ao palco. Alunos do ginásio ao ensino médio estavam a postos para ouvir atentamente
o que a escritora tinha a dizer.
Numa abertura
preparada pela organização e executada pelos alunos do 2ª ano do ensino médio, Aonde
quer que eu vá – Paralamas do Sucesso e Linda – No Voice soaram melodicamente.
Mas as escolhas das músicas não foram ao acaso. Essas melodias marcaram a
história de Leo e Fani, o casal da trama de Fazendo Meu Filme.
A Paula
Pimenta começou falando um pouquinho de suas decisões profissionais; de seu
passeio do curso de jornalismo à publicidade. Timidamente com sua blusa meiga
de oncinha e sapatilha leve, ela confessou que sua paixão pela descrição e
história foi decisiva nas suas mudanças de curso. Afinal, diante do curto e
grosso relatos jornalísticos, suas palavras passeavam mais por um universo fofo
em que a menina da matéria de assalto atravessava a rua com vestido amarelinho de
bolinhas!
A Paula
comentou também o quão difícil foi conseguir uma editora para seus primeiros
trabalhos. Os “nãos” dados, as propostas que mais pareciam desvantagens. E como
pouco a pouco, com a ajuda das pessoas próximas e de uma divulgação por meio
daqueles que liam e gostavam, chegou onde está, encantando o público juvenil.
Depois de sua
palestra literalmente show, foi aberto ao público fazer perguntas. A Paula
respondeu sobre o Diário da Fani, sobre a possibilidade de fazer livros com
tema mais adultos, a raça da Winnie e dicas de não desistir se você tem um
sonho.
Atendendo a
uma das perguntas, a Paula cantou a música que o Leo canta à Fani, Baby Baby,
deixando o clima bem mais romântico e com ar de mágico.
Finalizando, a
Paula Pimenta, distribuiu esmaltes da Fani e um CD do No Voice – banda mineira
com destaque nos livros - para quem acertava suas perguntas. Qual é o e-mail do
Leo? O nome dos cachorros da Priscila? A data de aniversário de Leo e
Fani? E o point da galera no 1ª livro? Vocês acertariam as perguntas? Eu queria
o CD do No Voice, mas logo porque era ele a pergunta foi de Minha Vida Fora de
Série, que ainda não li.
Após aplausos
calorosos, mais autógrafos e fotos, a Paula infelizmente despediu-se. O Colégio
Social sentiu-se muito feliz por tê-la em seu espaço.
A Paula
Pimenta com seu jeito encantador e sua experiência, uniu o colégio em uma causa
única, propagando a capacidade de nunca desistir de seus sonhos, correr atrás
para que eles se realizem. A autora conquistou o gosto de sua plateia e fez
prevalecer, por tempo indeterminado, o precioso gosto pela leitura. Embalados
pelos seus melódicos acordes e palavras macias, o conhecimento chegou discreto
e contagiou todos. Depois do marcante encontro, seus leitores saíram melhores,
não somente por terem se realizado, mas também por terem agregado suficientes
temperos para qualquer realidade ou ficção mais prazerosa.
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Desculpem pelo texto ruim. Fiz às pressas, para não deixar passar. :)